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Síndrome do Pânico

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 Grupo:

 

1-Ana Paula Cardoso.

2-Daniela Alcebíades.

3-Izolete Lazaroto.

4-Luciana Dias.

5-Eliane Porto.

 

JUSTIFICATIVA DO TEMA ESCOLHIDO

 

         A Síndrome do Pânico é uma patologia cada vez mais comum nos últimos tempos  e dentre uma das causas está o stress do nosso cotidiano, onde muitas pessoas próximas a nós ou até mesmo nós já fomos acometidos dessa doença.

          O pânico  se apresenta como um conjunto de manifestações físicas e psíquicas, expondo a pessoa a situações limites e com dificuldades em saber como lidar com tais manifestações, sem saber ao certo o que lhe está acontecendo.

           Com o intuito de colaborar com o outro tentando entendê-lo e também nos entender e nos conhecer melhor, pensamos ser relevante e pertinente desenvolver uma investigação interessada em aprofundar nossos conhecimentos sobre o conjunto dessas manifestações ao qual chamamos de Síndrome do Pânico.

 

APRESENTAÇÂO DO TEMA ESCOLHIDO PELO GRUPO

 

       Este trabalho terá como tema de pesquisa questões relacionadas à Síndrome do Pânico,  uma desordem física e psíquica muito comum na atualidade, tida como uma doença da "modernidade", apesar de já existir desde a antiguidade, porém conhecida, segundo Freud, como neurose ansiosa.

 

TÓPICOS A SEREM DESENVOLVIDOS PELO GRUPO

 

_Origem da palavra  pânico.

 

_Sintomas da doença.

 

_Possíveis causas.

 

_Histórico da doença em outras épocas.

 

_Formas de tratamento.

 

_Depoimentos

 

 

Fontes de leitura:

 

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2001/010823_panico.shtml

 

 

http://www.cerebromente.org.br/n12/doencas/panico.htm

 

 

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2001/010823_panico.shtml

 

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2001/010823_panico.shtml

 

http://revistavivasaude.uol.com.br/Edicoes/55/artigo65656-1.asp

 

http://www.psicoterapia.psc.br/scarpato/t_pan.html

 

http://www.jornaldaeducacao.inf.br/index.php?option=com_content&task=view&id=502&Itemid=36

 

 CID 10 – Classificação de transtornos mentais e de comportamento

 

 Revista Plenitude, 2008

 

 

SÍNTESE DAS LEITURAS DO GRUPO

 

 

 

                                                               Produção textual do grupo

 

          Para entender melhor o outro e também nos entender melhor, no caso de sermos acometidos por uma crise de síndrome do pânico, sentimos ser necessário aprofundar nossos conhecimentos sobre tal patologia. Conhecimentos estes que estão relacionados às características, os sintomas, as possíveis causas, as formas de tratamento e também ouvir depoimentos de pessoas que já passaram pela experiência de ter uma crise de pânico.

     Em nossos estudos e pesquisas descobrimos que a síndrome do pânico, apesar de ser uma doença da "modernidade", existe desde antigamente, porém, segundo Freud, com a "denominação de Neurose Ansiosa", sendo que este nome permaneceu até 1980 e a partir de então passou a ser chamada de Transtrno do Pânico ou Síndrome do Pânico.

         Entendemos que o fato de essa patologia ser considerada como doença da "modernidade", esteja relacionado ao aumento considerável da correria a que nós humanos estamos nos submetendo em nosso cotidiano, onde o universo deste cotidiano está cada vez mais competitivo e exigente diante dos avanços do mundo moderno, diante da "era" do capital e da globalização, onde somos representados cada vez mais por números e máquinas.Onde há uma necessidade urgente de estarmos cada vez mais preparados para enfrentar os muitos desafios e as turbulências do nosso dia-a-dia. Desafios estes que , de certa forma estão minando nossas relações no campo pessoal, profissional e social, tornando-nos assim mais propensos às patologias de ordem psíquica, como por exemplo a síndrome do pânico. A qual, segundo nossas pesquisas, faz com que a pessoa se veja em situação dramática, sentindo fortes sensações de medo e angústia, sendo que o medo é uma das principais caracteísticas da doença acompanhado de irracionalidade.

         Pessoas que sofrem dessa doença  sentem dificuldades de gerir a própria vida chegando ao extremo de se sentirem completamente impotentes e incompetentes.

         Devido à falta de informações e tratamentos adequados para a doença, há pessoas que buscam refúgio no álcool e outras drogas.

         Um ataque de pânico é imprevisível e o conjunto dos sintomas podem variar de pessoa para pessoa, porém, alguns sintomas como o medo, a irracionalidade, as palpitações, dor no peito e sensação de choque e tontura,  são os mais comuns.

         Para explicar o medo intenso que as pessoas sentem numa crise de pânico, não há algo aparente que possa provocá-lo, ele surge do nada, é algo subjetivo e por ser assim tão enexplicável e subjetivo tanto quanto intenso, é que as pessoas que já passaram pela dramática experiência de de ter uma crise, passam a temer as próprias crises, ficam tramautizadas e passam a evitar pessoas e situações.

         Alguns cientistas pesquisadores estão realizando estudos na área genética com a finalidade de identificar genes responsáveis pela doença, pois segundo eles, a mutação genética pode estar entre as causas da doença.

          Estudos genéticos realizados em famílias com histórico de problemas ligados ao pânico e fobias, cerca de 90% destas apresentam problemas genéticos, porém, os cientistas ressaltam que nem todas as pessoas com problemas em determinado gene, o estudado por eles, poderá ter a doença, assim também como, pessoas que não tenham a mutação genética possam vir a ter a doença.

          Esta abordagem genética com relação à doença do pânico é uma nova e significativa descoberta  feita pelos cientistas pesquisadores, pois a partir desse estudo será possível desenvolver remédios capazes de equilibrar a ação do gene doente.

          A doença do pânico, segundo especialistas, atinge, principalmente a faixa etária entre 18 e 30 anos, período de intensas mudanças na vida das pessoas, pois é nesta fase onde, geralmente, as pessoas entram na fase adulta e, consequentemente, assumem mais responsabilidades, como casa, família, entrada no mercado de trabalho, início da vida profissional, enfim, é sem dúvida uma fase em que é exigido muito da estrutura psicológica da pessoa.

         Ainda, "segundo informações obtidas no site:http://alissonsc.wordpress.com/2007/09/14/sidrome-do-panico/"                                     entendemos que as mulheres  então mais sujeitas a ter uma crise de pânico. A  ocorrência de tal fato se deve as muitas cobranças e pressões a que a mulher, na sociedade atual, está submetida, pois é comum nos depararmos com mulheres próximas a nós e, em muitos casos, até mesmo nós, enfrentarmos uma sobrecarga de trabalho diária, onde precisamos, na maioria das vezes, dar conta de conciliar as muitas obrigações domésticas  e vida profissional, tudo ao mesmo tempo. Esse conjunto de atividades que temos que dar conta,  acaba nos tornando mais propensas a nos desiquilibrar psicologicamente, pois não temos tempo para nos cuidar, para praticar algum esporte, o que alivia o stress diário, temos pouco ou quase nada de tempo disponível para o lazer, enfim, acabamos criando, de certa forma, um quadro favorável ao surgimento de doenças, onde dentre essas doenças podem estar as crises de pânico.

         Salientamos, por exemplo, o trabalho do professor. Segundo o psicólogo, Gilmar de Oliveira, esta profissão que ao mesmo tempo que gratifica (ou gratificou) muitos, causa também muitas frustações. Baixos salários, baixa auto-estima, falta de reconhecimento, falta de respeito por parte dos alunos e muitas vezes de seus próprios pais, falta de repeito do Governo, violência urbana, etc. Realizemos a seguinte situação: Professor que precisa se dividir em duas pessoas diariamente, chefes de família e chefes em sala de aula e, infelizmente, uma terceira pessoa inexistente na maioria das vezes: chefes de si memsos. Como controlar o grau de stress (amigo íntimo da tal "síndrome do pânico") gerado com tamanha carga de problemas e responsabilidades atualmente? Como controlar...resposta difícil...o fácil então...contornar. "O que não tem solução, resolvido está." Esta situação complicada precisa sim é de profissionais dotados de sentimentos extremamente sóbrios, presentes,  de que este "mal do século" existe, é perigoso e que se não for monitorado constantemente, poderá causar sérios danos consigo e com os demais que o rodeiam, principalmente, as pessoas mais próximas a ela e que normalmente as que mais sofrem: sua família.

        Outro fator que nos chamou a atenção "segundo informaçôes obtidas no site: http://www.mgriesi.com.br/mgriesi/art_panico.html", está relacionado ao perfil das pessoas mais propensas a ter a doença do pânico, descobrimos por exemplo que, dentre estas pessoas, as características mais comuns são pensamentos rígidos consigo mesmo, adoram estar no controle das situações, apresentam ótimo desempenho profissional, são muito criativas, se cobram demais, tem mania de perfeição, são muito confiáveis, são extremamente produtivas, porém, são uma negação quando o assunto é o cuidado  consigo mesmos,  pois não dão importância para as necessidades físicas do corpo.

 

 

                                                                           Breve síntese e considerações finais

 

 

 

 

 

Comments (28)

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lucreal@... said

at 10:38 pm on Oct 8, 2008

Meninas,
que bom começo de trabalho. Fiquei pensando em que idade é mais comum a síndrome do Pânico, é mais freqüente em homem ou mulher? Bjs LU.

Anonymous said

at 11:19 pm on Oct 8, 2008

Professora, conforme coloquei no texto e segundo o que li na reportagem da revista a colocação da psicóloga Adriana de Araújo, especializa no tratamento de fobias, ela diz o seguinte:"O transtorno é mais frequente nas mulheres e o mais comum é que o primeiro episódio de pânico se dê no início da idade adulta, mas pode ocorrer em pré-adolescente e adolescentes. É raro acometer pessoas com mais de 65 anos". Será que respondi sua dúvida?
Abraços,
Ana Paula

Anonymous said

at 8:03 pm on Oct 12, 2008

Olá Daniela, Luciane e Eliane, eu e a Ana Paula estamos esperando vocês aparecerem para o trabalho. A Ana Paula já enviou e-mail a vocês no início dá semana, mas até o momento ninguém apareceu.A página e o trabalho também é de vocês, portanto, sintam-se a vontade para alterar, sugerir,ou acrescentar algo que pensarem ser importante. Qualquer dúvida é só contatar por e-mail ou aqui nos coments.
Abraços,Izolete.

Anonymous said

at 8:07 pm on Oct 12, 2008

Ana Paula,ontem tu me ligaste para que eu tentasse recuperar o teu e o meu texto que haviam sumido quando tu foste salvar a página. Consegui recuperar só meu, o teu não sei onde foi parar. Acho que deu "Pânico" na página. hehehe.
Abraços, Izolete.

Anonymous said

at 11:14 pm on Oct 12, 2008

É isso aí Izolete, notei que não conseguiste recuperar o meu escrito, mas graças a Deus o teu conseguiste recuperar. Acho que quando fui salvar o depoimento que estava escrevendo deu algum problema e não salvou. Não tem problema estou postando novamente.
Abraços, Ana Paula

Anonymous said

at 11:16 pm on Oct 12, 2008

Olá colegas, Daniela, Luciana e Eliane, concordo com a Izolete, o trabalho é de todas nós, então vamos colaborar um pouco com algumas idéias. Eu e a Izolete estamos pesquisando e colocando nossas pesquisas na página. Esperamos as idéias de vocês.
Abraços, Ana Paula

Anonymous said

at 7:42 pm on Oct 13, 2008

Muito boa tua contribuição Daniela, estamos esperando a Eliane e a Luciana, vamos lá gurias, não precisa ser algo muito elaborado, pode ser algo bem simples, o mais importante é que vocês apareçam e coloquem as idéis que tiverem, pode ser simples, mas juntando as nossas pderá formar um todo bem interessante!
Abraços, Izolete.

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lucreal@... said

at 10:08 pm on Oct 14, 2008

Pessoal!
O assunto é bastante interessante e vasto. Quem sabe vocês dividem o grupo por assunto? Se vocês conhecem alguém com pânico poderiam fazer uma entrevista, ou entrevistar um psiquiatra que atende pessoas com esse diagnóstico.
Bjs LU.

Anonymous said

at 3:13 pm on Oct 15, 2008

Oi profª, concordo contigo que o assunto é vasto e interessante e penso que requer o empenho de todos do grupo na busca por informações e contribuições. Eu, particularmente não conheço ninguém com pânico, mas vou conversar com o grupo para saber da possibilidade de encontrarmos algum especialista que possa nos dar uma entrevisrta sobre o assunto.
Abraços, Izolete.

Anonymous said

at 4:25 pm on Oct 15, 2008

Oi grupo, abri uma nova página linkada na página principal "síntese das leituras do grupo".Penso que podemos continuar nossas pesquisas e colocar naquela página e na página inicial colocaremos a produção textual do grupo a partir das nossas pesquisas. Se tiverem outro entendimento ou sugentão fiquem a vontade para sugerir ou mudar!
Abraços, Izolete.

Anonymous said

at 10:29 pm on Oct 15, 2008

Pessoal, estão desenvolvendo muito bem o tema, abordando muitos aspectos importantes para a compreensão da síndrome. Aqui então vai a primeira dica: não sei se era como estava escrito na fonte de consulta, mas pessoalmente acho delicado fazer referência a uma síndrome como um 'mal'. Outra questão: a Justificativa está ótima; porém, um parágrafo de uma frase só, o que dificulta um pouco a compreensão; sugiro que façam pausas no meio da frase, é possível reestruturá-lo em umas três frases, ok! E lembrem sempre de escrever o que foi lido com suas palavras, caso não seja uma citação 'direta' (que seria entra aspas). Mas está muito rico, vamos em frente! Bjs

Anonymous said

at 6:17 pm on Oct 16, 2008

Oi Maura, conforme suas orientaçoes já fiz alguns ajustes no texto e na justificativa. A palavra "mal" foi por minha conta e risco, hehehe, vocabulário meu, quis mudar para não ficar muito repetitiva.Mas já providenciei a troca.
Abraços, Izolete.

Anonymous said

at 7:42 pm on Oct 17, 2008

Vou fazer algumas perguntas para uma Psicologa, tipo se há muitos casos diagnosticados, se atende pacientes com esta patologia, faixa etária, e tratamentos mais comuns.
Daniela 17/10

Anonymous said

at 6:00 pm on Oct 18, 2008

Boa idéia Daniela, aí tu colas as informações na página das sínteses que a partir delas podemos acrescentar mais informaçoes ao nosso texto!
Abraços, Izolete.

Anonymous said

at 7:18 pm on Oct 18, 2008

Hoje ao editar a página do nosso grupo percebi que ela não estava linkada na sideBar, aí editei-a lá novamente.

Anonymous said

at 10:22 am on Oct 20, 2008

Gurias, está bastante rico o trabalho. Tem links com referências, informações importantes, bastante dinâmico. Izolete, que bom que fizestes as alterações. Vi que fizeram o link no side bar, então, só desloquei para a segunda posição novamente, para ficar como grupo 2, como estava antes ok! Ótimo meninas, estão dando conta desta etapa do trabalho! bjs

Anonymous said

at 9:25 pm on Oct 21, 2008

Meninas,
dei uma lida na produção de texto de voçês e está bem legal, está fluente. Só vou dar uma orientação para vocês que é importante (já estamos treinando o TCC), coloquem as referências de onde tiraram, por exemplo...

Anonymous said

at 9:28 pm on Oct 21, 2008

Outro fator que nos chamou a atenção é que "Mônica Griese" em seus estudos estudos está relacionado ao perfil das pessoas mais propensas a ter a doença do pânico, descobrimos por exemplo que, dentre estas pessoas, as características mais comuns são pensamentos rígidos consigo mesmo... - OK?

Anonymous said

at 8:11 pm on Oct 22, 2008

Ok professora,mas as referências estão acima do nosso texto, não é desse modo? Como é então? Abraços, Ana Paula

Anonymous said

at 9:14 pm on Oct 22, 2008

Oi profª, troquei "estudos" por "leitura", pois no site onde pesquisamos não aparece nome algum para fazermos a referência a este ou aqulele estudioso!Quanto a referência, está linkado na palavra "perfil" e também na parte das pesquisas.
Abraços, Izolete.

Anonymous said

at 9:41 pm on Oct 30, 2008

Oi gurias! Está muito bom o trabalho de vocês - tem bastante dados, estudos, novas informações. Quanto às referências, mesmo que sejam listadas (devem ser)em algum momento, é importante que no texto (mesmo com linkes)façam referência, como a profa referiu "tal em seus estudos salienta a....". Caso não tenha o nome do pesquisador, refiram "segundo informações obtidas no site da BBC Brasil... etc etc...". Por aí ok! Bjs

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lucreal@... said

at 9:10 pm on Nov 9, 2008

Meninas,
estive navegando pelo trabalho de vocês e está muito bom. Agora vocês devem pensar na apresentação. Acho que aqueles depoimentos poderiam fazer parte dela. A apresentação é rápida. Vocês poderiam começar com um desafio para os colegas sobre o tema de vocês... algo que problematizasse um pouco a questão e deixasse eles curiosos... Bjs LUciane.

Anonymous said

at 8:50 am on Nov 17, 2008

Pessoal, ficou muito interessante o trabalho de vocês! Quem precisar de informações sobre a síndrome, tem uma boa fonte por aqui. E a apresentação, como está? Bj

Anonymous said

at 5:08 pm on Nov 17, 2008

Oi Maura,gostaríamos de saber se nos será disponibilizado computador para a apresentação, pois nossa apresentação contém alguns tópicos a serem exibidos em pawerpoit?
Aguardo retorno.
Abraços, Izolete.

Anonymous said

at 9:54 pm on Nov 19, 2008

Oi Gente!
Gostei muito da apresentação na presencial.
Fez atrair para o PA
Parabéns.

Anonymous said

at 9:54 pm on Nov 19, 2008

Oi Gente!
Gostei muito da apresentação na presencial.
Fez atrair para o PA
Parabéns.

Anonymous said

at 9:55 pm on Nov 19, 2008

Oi Gente!
Gostei muito da apresentação na presencial.
Fez atrair para o PA
Parabéns.

Anonymous said

at 1:18 am on Nov 24, 2008

Olá meninas, adorei o trabalho de vocês, achei bastante esclarecedor. A apresentação na aula presencial também foi ótima. Parabéns. Sandra

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