De acordo com a s entrevistas podemos perceber que as pessoas são unânimes em achar que as relações afetivas e sociais se modificam com o passar dos anos.
Alguns acreditam que esse fato tem a ver com experiência de vida. Pois é através desta que estabelecemos prioridades.
Assim quando temos idades entre 18 e 25 anos, aproximadamente, damos prioridade as nossas relações sociais, não considerando muito as relações afetivas com a família.Passamos a priorizar a família como principal relação afetiva, quando atingimos mais idade e construímos nossa história de vida. E é nessa época de nossas vidas que consideramos a família como nosso alicerce.
Com as entrevistas que realizamos ainda podemos perceber o quanto é difícil para as pessoas em geral, definir um conceito de afetividade. E essa dificuldade tivemos até mesmo nas nossas discussões no grupo, enquanto montavámos as perguntas a serem levadas aos entrevistados. Afetividade pode ser confundida com muitos outros sentimentos, inclusive com afinidade.
Será que posso ter afetividade com alguém que não tenho afinidade?
De acordo com o texto "Auto-estima e relações afetivas" , de Antônio Isidro da Silva e Geison Isidro Marinho, as relações afetivas tem ligação com sua auto-estima. Quando observamos uma pessoa pouco afetiva ou com auto-estima negativa, devemos analisar todo o contexto de vida dessa pessoa, desde seus primeiros dias de vida, seu relacionamento com a família, como é tratada perante sua família e até mesmo o contexto social a que está inserida.
Navegando em sites sobre assunto descobrimos este
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-20702005000200017&script=sci_arttext
Onde apresenta resultados de pesquisas feitas, mais precisamente, analisando como as pessoas encaram a transição para a vida adulta, em diferentes países, no aspecto trabalho e família no futuro. Aqui é possível encontrar algumas informações sobre a afetividade entre as pessoas nessa fase.
Ainda é possível fazer a análise do comportamento afetivo e social na vida adulta através da psicologia clínica, e obviamente de maneira mais complexa ao entedimento de muitas pessoas.
Neste outro site http://www.ipea.gov.br/pub/bcmt/mt_021j.pdf um texto aborda a ansiedade dos jovens entrar para vida social e a angústia do idoso de ser excluído dela. Vale a pena conferir essa leitura e tirar suas próprias conclusões.
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